No Podsumário O Poder do Mau, que está publicado para assinantes do Café Brasil Premium, eu conto que a psicóloga norte-americana Tereza Amabile, conduziu um experimento em que colocou pessoas em frente a uma audiência, pedindo para que avaliassem o trabalho de alguém.

Quando a pessoa achava que tinha um status mais alto que a audiência e se sentia intelectualmente segura, era generosa na avaliação. Mas quando se sentia intelectualmente insegura, com status menor que a audiência, fazia uma avaliação negativa.

O crítico tentava aumentar o seu status empregando a estratégia de “ser brilhante e cruel”. Ser cáustico não traria novos amigos, mas obteria o respeito, mesmo que a crítica fosse injusta.

Já cansei de ver crítica de gente que não tem café no bule para falar mal do que está criticando, mas mesmo assim o faz. O experimento da Tereza Amabile deu pistas para compreender por que tanta gente parte para as agressões nas mídias sociais. Eu achava que era para combater uma ideia divergente, mas agora estou convencido que muita gente quer é se sentir mais do que o outro.

A maioria dos que criticam com acidez, ofendendo, se fazendo de sabe tudo, não está interessada em provar sua verdade, mas em aumentar o seu status ao parecer mais intelectualmente elevada do que realmente é.

O sabe tudo, só sabe um pouquinho...

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