Em 2014 decidi converter meus livros para e-books. Procurei alternativas de fornecedores e fui soterrado por toneladas de “veja bem”, “pode ser”, “talvez”. Pedi orçamentos, recebi loucuras. Sem contar as ameaças tipo “olha, se não fizer assim e assado, você será pirateado, sucateado, incompatibilizado”. Seis meses depois eu estava no mesmo ponto zero.

Parti para o plano B: fornecedores de fora do Brasil. Num blog dos Estados Unidos encontrei dicas, mandei um e-mail para um recomendado que respondeu com rapidez e praticidade chocantes: dá para fazer, é assim que funciona, leva dez dias e custa entre 150 e 400 dólares. Ponto.

Mandei os arquivos e algumas horas depois recebi por e-mail um orçamento inteligente. A cada aba, uma instrução, um download, uma explicação. Preço: 340 dólares, menos da metade do que haviam me pedido aqui no Brasil. Duas semanas depois o e-book estava pronto, sem estresse. Credibilidade. O fornecedor dos EUA acreditou em tudo que eu disse e cumpriu tudo o que prometeu. Não teve “caiu o sistema”, “o correio entrou em greve”, “fiquei sem internet”, “faltou um funcionário”, “subiu o dólar”, “o trânsito estava lento”. Não teve “não aceito PDF”, “não pode usar cores”, “foi feriado”, “me manda por motoboy” ou então “não aceito cartão de crédito”. Nada disso. Sem desculpas. Dá para fazer, é assim que se faz, custa tanto e pronto!

Meu interlocutor sabia o que estava falando, me orientou com precisão, ofereceu todos os meios de acesso, respondeu a todas as perguntas imediatamente e quando achou que não dava disse: “Não dá”, sem “talvez”, “vou ver”, “liga mais tarde”.

Não é fácil, hein?

É?

Então faça.

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