Olha, eu publiquei um post sobre a pobreza extrema, a democracia, a educação básica, a vacinação, a alfabetização e a mortalidade infantil no mundo nos últimos dois séculos.

A evolução positiva é sensacional, mas não se fala disso. Por que será, hein? 

No livro The Power Of Bad, cujo podsumário estou publicando no Café Brasil Premium, os autores fazem uma interessante observação sobre como historicamente os pesquisadores estudaram muito mais os efeitos dos maus eventos do que dos bons sobre as pessoas. É de se esperar, pois o mau causa mais impacto, não é? Mas essas pesquisas foram distorcidas quando jornalistas sedentos por manchetes, passaram a escrever centenas de histórias sobre o peso dos traumas, psicoses e depressão, e muito pouco sobre coisas preciosas como nossa resiliência mental e capacidade para obter a felicidade.

Muita gente que passou por traumas reconhece que a má experiência as fez mais fortes, espertas, maduras, tolerantes e compreensivas. As fez pessoas melhores. No entanto, muito mais atenção é dada às síndromes pós-traumáticas, mesmo que elas atinjam apenas 20% das pessoas expostas a experiências traumáticas.

Psicólogos e jornalistas ficam tão ocupados acentuando o negativo, que perdem a capacidade de tratar da fenomenal resiliência do ser humano. É meio burro, mas dá para entender.

Para sobreviver, a vida tem de vencer todo dia. A morte, precisa vencer uma vez só.

 

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