Você já ouviu que “nunca o mundo teve tantas inovações” ou “jamais evoluímos na velocidade de hoje”, não é? É só observar de 20 anos para cá: celular, caixa eletrônico, internet, NetFlix, Uber... Viagra. Que loucura, não?

Mas se voltarmos para 1870, veremos o surgimento das máquinas de calcular e de escrever, o telefone, a lâmpada elétrica, os guarda-chuvas, a fotografia.

Em 1880 chega a privada com descarga, os motores a combustão, lâminas de barbear, ferro de passar, gramofone, pneus.

Nos anos 1920 surgiram a comida congelada, aerosol, insulina, penicilina, televisão, barbeadores elétricos, cinema com som.

E ao longo dos anos 1960 e 1970, hein?

O homem na lua, os aviões supersônicos na aviação civil, a televisão em cores, comunicação por satélite, computador.

E olha, eu fui bem econômico.

A capacidade do homem de encontrar soluções é a mesma desde que descemos das árvores. A evolução tecnológica faz parecer mais sofisticado, mais rápido, mais abrangente. Mas é a mesma.

E é aí que mora o perigo: a evolução tecnológica sempre seguiu à frente da evolução das ideias do homem sobre como viver em sociedade.

Não é preciso muito pra perceber que na raiz dos maiores problemas que nos afligem estão os mesmos problemas que afligiam os gregos, milhares de anos atrás.

Nada do que me preocupa tem como pano de fundo a tecnologia, mas sim a inveja, a ganância e a sede pelo poder.

Época triste esta nossa, quando é mais fácil quebrar um átomo do que um preconceito.

Quem disse isso foi Albert Einstein, uns 70 anos atrás.

O que será que ele diria hoje?

 

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