Terminada minha palestra O Meu Everest, saio para confraternizar com as pessoas.

E de repente, aparece o Zetti, o grande goleiro do Palmeiras e do São Paulo, para tirar uma selfie. Sempre admirei o Zetti, apesar de ser corinthiano.

Fizemos as brincadeiras de praxe e vieram as provocações, que eu respondi assim, olha: se eu fosse o presidente do Corinthians, mandaria construir um museu lá no Itaquerão.

Dentro dele eu faria áreas dedicadas a adversários. Teria uma foto imensa do Zetti, do Marcos, dos grandes goleiros e jogadores de times que o Corinthians enfrentou.

Sabe por quê?

Porque o Corinthians só é um dos maiores clubes do mundo por causa do Zetti, do Palmeiras, do São Paulo, do Flamengo, do Grêmio, dos grandes adversários que enfrentou.  

O que nos faz sentir vivos é vencer grandes desafios.

O Batman só é herói porque existe o Coringa.

Pense comigo, olha, três ou quatro anos atrás, se alguém dissesse para você que políticos, donos das construtoras e até um senador em exercício, seriam presos você acreditaria?

É claro que não!

O Brasil está mudando! Talvez não na velocidade que desejamos, mas está!

E os adversários, apesar de demonstrar sinais de desorganização, de perda da capacidade de mobilização, ainda estão no poder.

Ainda contam com o aparelhamento de várias instâncias dos três poderes e de parte da imprensa. E não lutam como num UFC cheio de regras.

É briga de rua mesmo…

Então levanta aí, meu. Vamos pra luta!

Do jeito que você puder: pelo Facebook, pelo Whatsapp, batendo panelas, indo às ruas, pressionando o político mais próximo, processando os bandidos, mobilizando mais gente.

O que nos define são os adversários que vencemos.

E quanto maiores, mais fortes, mais organizados, mais preparados eles forem, melhor nós temos de ser para vencê-los.

Obrigado, Zetti, por ter sido um adversário tão bom.

 

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