Primeiro a fala do ministro Paulo Guedes, dirigindo-se a jornalistas. Ele disse assim, ó:

"Vocês têm de ser construtivos. A verdade é o seguinte: tem um papel definitivo a ser jogado pela imprensa. É o papel de ajudar a esclarecer os mal-entendidos. A nova Previdência é essencial (...) Se é uma reforma que está reduzindo desigualdades, removendo privilégios, tirando espaço para fraudes, democratizando a poupança, acelerando investimentos, aumentando a produtividade do trabalho... se é isso, vocês têm que estudar isso e não ficar só criticando".

Depois tem a fala do Ministro Sérgio Moro, dirigida a jornalistas:

"Houve uma má interpretação da imprensa. O que eu disse no passado foi que, quando o dinheiro da propina era dirigido ao financiamento ilegal de campanha, era pior do que enriquecimento ilícito. Caixa dois não é corrupção, é outro crime. Corrupção pressupõe contrapartida. Ambos são graves, e o governo toma posição firme em relação aos dois, diferentemente de qualquer outro (governo anterior)."

Na primeira fala, Paulo Guedes chama a atenção da imprensa para a responsabilidade de estudar o assunto antes de sair criticando. Na segunda fala, Sérgio Moro chama atenção da imprensa para a interpretação das falas, evitando torcer o sentido do que foi dito.

Guedes e Moro estão tendo a audácia de chamar a imprensa à responsabilidade. Em público. Preparem-se para ver escândalos sobre eles pipocando nos próximos dias.

A extrema imprensa não perdoa quem lhe pega no pé.

 

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